o que aprendi ao pedalar 150 km

E hoje aconteceu: duas amigas completaram os 1200 km do Paris-Brest-Paris, uma prova de bike estilo randonnée, na França. Elas pedalaram por mais ou menos 90 horas para realizar o percurso. Nos últimos dias fiquei dando refresh na página para ver como as duas tavam indo, atualizando a cada PC pelo qual elas passavam. E hoje, por coincidência, faz três anos que saiu um especial da Vida Simples sobre bicicleta, no qual publiquei um relato sobre minha primeira experiência com esse tipo de prova, um Desafio de 150 km no Audax de Boituva, em 2010. Um dia eu vou ser que nem a Bibi e a Silvia e pedalar 1200km. Até lá, fica aqui o relato desse rolê que transformou minha vida.

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que seja doce

E começa 2013, como todo novo ano, cheio de promessas. E antes que eu faça as minhas, coloco as cumpridas, ou seja, as coisas que andei fazendo. Que antes de pedir novas coisas é preciso agradecer as alcançadas, e 2012 foi, pra mim, muito produtivo mesmo – em termos de poesia, de reportagens, de ativismo, de pessoas. Parabéns e obrigado a todos os envolvidos: ano do Dragão, Susan Miller, meu daemon – não necessariamente nessa ordem. E que 2013 seja doce, mais doce que brigadeiro de rapadura.

Vida Simples

Um sonho que tenho é de um dia conseguir organizar no site todas as reportagens que fiz, colocando os pdfs e tudo certinho aqui, não só das matérias da Vida Simples, onde trabalho, mas de todas as revistas para onde colaborei. Mas isso não vai rolar tão cedo (a não ser que me caia no colo um secretário…), então, vamos lá, aos bits and pieces. Esse ano, além de fazer matérias, comecei a escrever a seção de livros da revista. Eu já editava a seção de cultura, mas agora estou escrevendo a parte de livros também. Quero fazer os pdfs (ou pelo menos tirar umas fotos das páginas e colocar aqui), mas, como sempre, sou lerda. Mesmo assim, quero colocar uma que já está no ar, que roubei do blog da Lili Aquino: uma materinha sobre poesia que escrevi com os livros mais recentes da Angélica Freitas, da Leda Spinardi e da Lilian. Gostei muito de fazer, porque adoro essas poetas e esses livros, em particular. Cliquem na imagem para ler grande:

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Borboletas nos Olhos – Buk no blog da Lu

Respondendo a uma provocação da Letícia Howes, escrevi e-mail para uma lista de discussão defendendo o Bukowski (não que ele precise) e a arte em geral. A linda Lu Nepomuceno pegou o e-mail e transformou em post. Uma honra, o primeiro post de 2013 no blog dela. Ficou um texto bem de e-mail, meio despenteado e sem lavar as orelhas, mas tá lá. Na próxima me preparo e faço um texto mais melhor de bom, viu, Lu?

“um poema ruim e machista é indesculpável. um poema com coisas lindas e algum toque de machismo pode ser perdoado. claro que tem coisas que me incomodam em todos os livros que leio, mas pra mim não é esse o critério de escolha.”

Blogueiras Feministas – A palavra tem poder

Quanto mais velha, mais hippie, e quanto mais hippie, mais hippie. Minha cruzada pela comunicação não-violenta no ativismo (quiçá na vida; só não na poesia, que é outra coisa):

“Palavra repetida tem força de criação. De profecia. Forma o mundo e inventa categorias inteiras. Agrupa as pessoas de certas formas e não de outras, e o que poderia ser apenas uma escolha de conjunto acaba sendo a escolha de um mundo.”

Poemas, poemas

Publiquei uma leva boa. E tá dando é preguiça de linkar tudo. Vai lá no blog whitmaniano-mpbístico.