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Jeanne Callegari é poeta. Nasceu em Uberaba, MG, em 1981, e cursou Jornalismo na UFSC, em Florianópolis. Escreveu Caio Fernando Abreu: Inventário de um Escritor Irremediável (Seoman, 2008), perfil biográfico do autor gaúcho, e Miolos Frescos (Patuá, 2015), livro de poemas. Faz parte do grupo de autores que criou o projeto Escritores na Estrada e também do grupo que organizou o festival [eu sou poeta], voltado à produção poética feminina.

 

6 thoughts on “eu

  1. Olá, Jeanne. Tudo bem? Acabei de ler seu livro sobre o Caio. E gostei muito! Ele me fez entender melhor, e adorar ainda mais, a figura de Caio. Muito mais do que um grande escritor, o “seu” Caio se mostrou uma pessoa especial, literária em todos os sentidos – e foi muito bom mesmo descobrir isso. A vida dele bem que poderia ser um conto, escrito por ele mesmo, é claro. Por fim, o seu livro me acendeu a vontade de reler, mais uma vez, a obra de Caio, mas agora com um olhar diferente, mais fraterno, não sei, como quem estivesse vendo o momento exato em que Caio escreveu aquele conto, pensou naquela frase, escolheu aquela palavra. Uma redescoberta, como a mesma sensação da primeira vez que li um texto de Caio (Holocausto), numa aula na faculdade: aquela sensação estranha, de incômodo, de algo que desmorona o seu mundo, mas ao mesmo tempo apresenta novas e maravilhosas alternativas de mudança. Por isso, eu agradeço muito por você ter escrito este livro. Obrigado!

    Há braços, como diria Caio.

    P.S.: Um colega de faculdade (Sandro, não sei onde ele está hoje) me contou uma história interessante. Ele participou de uma das Oficinas Literárias, em 1991 ou 1992, que Caio deu em Curitiba. Depois, foram todos para um bar e ele foi cantado por Caio a noite toda. Não acabou em romance, mas rendeu uma boa história. Ele vivia se vangloriando: “Levei uma cantada de Caio!”. rs rs rs

  2. Olá Jeanne, acabei de ler seu texto “Pare de fazer dieta”na vida simples e adorei! Muito mais que todas as dicas sobre ser saudável e viver melhor, adorei as dicas sobre a importância de nos escutarmos. Há algum tempo tenho feito isso, escutado o que meu corpo diz que quer comer, sem julgamentos. E funciona! Sinceramente, não sei se engordei ou emagreci desde então, mas sem dúvidas o espelho passou a refletir um melhor eu, mais feliz, mais bonita.
    Além da matéria, quero agradecer pela inspiração. Curso jornalismo também e minha paixão é escrever sobre coisas da vida, principalmente sobre como descobri a vida e como melhorou para mim. Espero que um dia eu consiga escrever para uma revista assim como você, em primeira pessoa, com uma linguagem informal e cheia de amor.
    Te abraço,
    Natálie.

    • Oi, Natálie, que bacana. A coisa mais legal do jornalismo é escrever algo que seja útil para alguma pessoa. Fico feliz que tenhas gostado. Abraço!

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